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Marcela Barbieri

Festas de final de ano e os riscos para os pets

Escrito por Marcela Barbieri

04 DEZ 2024 - 09H00

Enfim chegou o mês mais esperado do ano, onde a família se reúne pra festas com que envolvem muitos perigos pros animais e o que era pra ser um momento divertido em família e amigos, vira um pesadelo pra muitos tutores.

Nessas confraternizações é muito comum que sejam oferecidos entradas e comidinhas em mesas baixas ou até mesmo pessoas comendo no sofá e crianças andando pela casa com algum alimento na mão. Isso, somado ao fato de que diversos alimentos desses eventos são super perigosos como uvas, macadâmias, ossos, chocolates, temperos, condimentos etc e podem resultar em casos graves de intoxicação.



Outro fator de risco são as decorações. Luzes, enfeites de natal e tecidos estão sempre presentes. O fato do tutor manipular esses objetos na frente do animal desperta um grande interesse por eles de manipular também. Isso pode resultar em ingestão seguido de corpo estranho com necessidade de intervenção imediata. O momento de troca de presentes também resulta em acidentes dessa forma. Ainda mais que nesses momentos as pessoas geralmente não estão prestando tanta atenção do pet.

Com filhotes, o cuidado então precisa ser redobrado! Ainda mais pra aqueles que ainda estão no período de primovacinação e não poderiam nem ao menos circular pela casa onde as pessoas estão usando o calçado que veio da rua. Nessa idade eles estão ainda mais curiosos e com a necessidade de levar várias coisas à boca. Infelizmente é muito comum filhotes precisarem ser levados à emergência durante as festas de final de ano.


Fato é, todas essas orientações precisam ser feitas pelo médico veterinário e adestrador que atende semanalmente esse animal Além do básico que envolve não deixar alimentos ao acesso do pet, evitar manipular objetos na frente deles e até mesmo separar o animalzinho num cômodo mais seguro para protegê-lo em algumas situações, recomendo também orientar para primeiros socorros para o caso de intoxicação e engasgos, principalmente. É importante também orientar o tutor que a qualquer ingestão acidental de alimento perigoso pelo cão ou gato, precisa comunicar imediatamente o Médico Veterinário e, dependendo do caso, ir imediatamente para emergência para evitar o agravamento da situação.

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Por Marcela Barbieri, em Marcela Barbieri

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